Passámos de uma fase em que facilmente se metia baixa, fosse para ir a pé a Fátima fosse para recuperar de uma noite de copos, para outra em que até os moribundos são considerados aptos para o trabalho.
Como em tudo, isto de não haver meio termo nas coisas gera enormes injustiças.
Sineramente não percebo como é que uma Junta Médica, já de recurso, dá alta a alguém por, supostamente, estar em condições de trabalhar e, ao mesmo tempo, aconselha a pessoa a tentar reformar-se por invalidez.
Acredito sempre, até dar com a cabeça na parede, que há justificações plausíveis para aquilo que parece injustificável.
Mas até eu, a última das crentes, começo a ficar céptica.
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