A manhã atribulada da Benedita

Ora então cá vai a história mais marcante do amanhecer de hoje.

Estava eu no andar de cima, a vestir-me, quando comecei a ouvir gritos e choro da Benedita.

Na impossibilidade de a ir socorrer de imediato, gritei "Leonor, eu quero saber o que se está a passar!!!"

Ao que a Leonor respondeu, "não se passa nada, mãe, podes ficar descansada".

O que me fez ficar, realmente, preocupada.

Vim a saber que a Leonor bateu à Benedita porque "estava farta dos sons que ela estava a fazer".

Repreendi a Leonor, obriguei-a a pedir desculpa e dar um beijinho à mana (o que ela fez pouco de forma pouco convicta).

No final disto tudo, toquei com a minha unha na Benedita que, muito chorosa, teve a lata de me dizer "1.ª a mana, agora tu", como se a estivesse a maltratar.

E lá saímos de casa a correr para mais um dia.

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