Daquilo que me lembro, em miúda quis ser:
Educadora de infância
Arqueóloga
Psicóloga
Jornalista
Depois, e por motivos que ainda espero vir a conseguir perceber, vim parar ao Direito.
Ultimamente, tenho-me lembrado muito destas minhas inclinações.
As razões da lembrança são da várias ordens e uma dela prende-se com as milhentas entrevistas que tenho ouvido acerca dos incidentes ocorridos na praia do Meco e dos efeitos dos temporais.
Quando vejo as perguntas estúpidas que alguns jornalistas fazem a quem acaba de sofrer uma enorme perda emocional e, muitas vezes, material, chego a dar graças por não ter escolhido a profissão.
Imagino que seja extremamente difícil preencher o tempo de uma reportagem quando não se tem assunto que o justifique.
O que perguntar a uma mãe que perdeu um filho ou alguém que tem a casa devastada pelo vento e chuva?
2 minutos, que sejam, em televisão são uma eternidade e a luta pela audiência aguerrida. Tenho noção disso tudo.
Mas, como telespectadora sinto que mereço mais do que ouvir perguntas estúpidas e a puxar ao sentimento.
Fico passada quando assisto a tentativas desesperadas de levar os entrevistados a chorar.
Não me dou com esta ideia do vale tudo ... até a falta de sensibilidade.
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Subscrevo na totalidade.
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