quarta-feira, 26 de março de 2014

As viroses, esses moinhos de vento

Neste momento, sinto-me um D. Quixote a lutar com moinhos de vento.

As viroses, esses seres de costas largas e que nunca ninguém viu, teimam em não deixar a Leonor.

Depois de dois dias de baixa, e tendo passado a tarde e noite de ontem sem febre, arrisquei mandá-la para a escolinha.

Às 11h30 já me estavam a telefonar para a ir buscar.

Lá fui eu a correr, com o coração angustiado e cheio de culpa.

Agora, que o BEN-U-RON fez efeito, está encantada da vida, a inventar histórias sobre planetas imaginários e a febre parece ter sido uma miragem minha.

Antes assim.

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