Na sua ânsia de aprender a escrever, a Leonor decidiu tornar-se autodidacta.
Não há pontinha de papel que escape às suas tentativas de escrever o que lhe vai na alma e que, frequentemente, resultam em verdadeiros criptogramas.
Fico maravilhada ao perceber o amor que a minha mais velha sente pelas letras.
Só dispensava o hábito que tem de recortar ou arrancar as folhas dos cadernos onde faz os seus escritos.
Começo a passar-me com tanto papelinho espalhado pelo chão da casa (estes juntam-se aos famosos recortes de catálogos).
Lá está, não há nada que seja perfeito é o que é.
quinta-feira, 6 de março de 2014
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