Ontem arrisquei levar as cachopas à missa.
Como é evidente (e eu estava fartinha de saber que aconteceria) portaram-se pessimamente.
Salvou-me a minha amiga Coneição que, a dada altura, se ofereceu para as levar (mais à amiguinha do peito da Leonor) para a sacristia.
No final, foi o ralhete do costume e a eterna ameaça do "foi a última vez que vos trouxe; nunca mais !!!", ao que a Leonor respondeu "trazes, trazes; tu dizes sempre isso mas depois esqueceste-te".
Raças da cachopa, que não deixa passar uma oportunidade de me lembrar as minhas falhas.
Mal por mal, mais vale ser vista como esquecida do que sem palavra.
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Valha-me ao menos isso
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