Ontem arrisquei levar as cachopas à missa.
Como é evidente (e eu estava fartinha de saber que aconteceria) portaram-se pessimamente.
Salvou-me a minha amiga Coneição que, a dada altura, se ofereceu para as levar (mais à amiguinha do peito da Leonor) para a sacristia.
No final, foi o ralhete do costume e a eterna ameaça do "foi a última vez que vos trouxe; nunca mais !!!", ao que a Leonor respondeu "trazes, trazes; tu dizes sempre isso mas depois esqueceste-te".
Raças da cachopa, que não deixa passar uma oportunidade de me lembrar as minhas falhas.
Mal por mal, mais vale ser vista como esquecida do que sem palavra.
.
Valha-me ao menos isso
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Desta vez sim, estou livre do IPO
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
-
Prometeram-me filhós, que na minha terra são bilharacos, aos quais outros chamam sonhos. Uma confusão total, esta dos doces de natal, que m...
-
Fiquei hoje a saber que a petição contra o abate do cão Zico (aquele que há dias atacou um bebé de 18 meses que acabou por falecer) tem já 1...
-
Como não sou grande conhecedora de peixes, quis certificar-me que iria comprar perca no mercado. Perguntei à peixeira que peixe era aquele...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada por dar vida a este blog.