Esta tarde, numa sala de espera, passei os olhos por uma revista de 1990 que tinha um artigo intitulado "outra forma de ter filhos" e abordava a adopção.
Dizia o autor que adoptar significa escolher e, de facto, essa é uma das acepções do termo.
Escolher não como quem vai à loja (que o processo está longe ser ser assim, apesar do que muitos pensam), mas como quem acolhe, como sendo seu, o filho biológico de outrem.
Nem de propósito, cheguei a casa e deparei-me com esta notícia sobre um casal de lésbicas que pediu "ajuda" a um amigo para fecundar uma delas.
Apesar de estar totalmente de acordo com o princípio tido em conta pelo juiz, que considerou que "paternidade é responsabilidade", não deixo de me sentir admirada por haver pessoas que confundem paternidade material genético.
Por melhor que seja estar grávida (e é mesmo muito bom), não justifica aquilo que considero caprichos como este.
Adoptar é mesmo outra forma de ter filhos e ser pai/mãe mais não é do que dar amor, independentemente dos genes.
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