Não é a 1.ª vez que falo na preservação da fertilidade depois do cancro, mas nunca é demais retomar o assunto.
Cada vez mais jovens, homens e mulheres, são diagnosticados com cancro em idade fértil e um dos possíveis efeitos secundários associados aos tratamentos é a infertilidade.
Pelo que tenho visto, em sempre os médicos se lembram de alertar para esta questão tão sensível e falar das possibilidades de preservar a fertilidade através dos meios técnicos disponíveis.
No meu caso, fui eu a questionar a médica pois por mero acaso tinha visto algo sobre o assunto, precisamente num blogue.
Há 5 anos foi-me dito que no IPO só seria possível preservar esperma e que as mulheres tinham de procurar uma alternativa fora.
Como tinha tido a Leonor há pouco mais de 15 dias, confesso que nem quis saber de mais nada mas a verdade é que o cancro (e os tratamentos a ele associados) são já demasiado devastadores para que deixemos de aproveitar uma oportunidade de salvaguardar a possibilidade de virmos a ser pais.
Daí voltar ao assunto e partilhar este video
A quem se encontra na iminência de iniciar os tratamentos, o meu conselho é que procure informação para poder decidir.
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