Muito se fala na desigualdade de género e nas suas consequências.
Eu perfiro começar por pensar na sua origem, que é a cabecinha de cada um dos que vive sobre esta terra.
Enquanto não conseguirmos abandonar as ideias feitas e inatas sobre a tradicional atribuição de tarefas em função do género (falo essencialmente ao nível do contexto familiar), não existirão quotas que nos salvem, a nós mulheres que temos a responsabilidade de, sendo "mais fracas", funcionar como pilar da família.
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