Hoje, quando se abre o google, vê-se uma imagem cujo título é "81 anos à procura do monstro de Loch Ness".
Na verdade, os "avistamentos" deste monstro ocorrem há muitos mais anos, apesar de o mundo ainda se dividir entre os que acreditam ou não na sua existência.
Certo é que o bichinho tem um impacto importante no turismo da Escócia e não custa nada acreditar nele.
Em mim a imagem teve outro efeito e foi inevitável a analogia com o que se está a passar no Mediterrâneo onde existe, sem dúvida, um monstro criado por muitos outros monstros e tolerado por toda uma União Europeia na qual Portugal (o nosso país) se insere.
Não imagino sequer o desespero que deve sentir uma mãe grávida que, mesmo sabendo do risco que correrá, decide arriscar na busca por um futuro menos agreste.
Sabemos que já morreram muitas mais pessoas nestas "cascas de noz" do que no glamouroso TITANIC que ninguém esquece.
A pergunta que se impõe (como já vi por aí escrito) é se a vida de cada um destes emigrantes sonhadores vale menos que a daqueles que viajavam no TITANIC ou de cada um de nós.
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