Brincamos ou colamos cartazes?
Muito se tem falado, e rido, à conta dos outdoors publicitários do PS. A novela é tão completa que até já envolveu pedidos públicos de desculpa ao Edson Athayde, numa cena tipo "Perdoa-me".
Os cartazes são, de facto, ridículos. Seja pela imagem gráfica dos primeiros ("É tempo de confiança"), a roçar as mensagens da IURD, seja pelo conteúdo dos que se lhe seguiram. A apimentar a história temos o facto de haver fotografados (pelo menos uma) que diz não ter autorizado a utilização da imagem.
Está tudo mal nesta história, desde os prestadores de serviços escolhidos (do famoso Edson à tal empresa do Porto que terá utilizado números errados) até ao cliente (responsável último pela difusão dos cartazes).
Mas há pior do que ver o PS a utilizar cartazes estilo PCP.
Mau mesmo, e muito preocupante, é ver a ausência de ideia concretas (leia-se propostas para inverter o cenário, mal ou bem, retratado nos cartazes.
Ouvindo o António Costa falar, não hesitava em votar nele. Quem é que não votava em alguém que irá diminuir o desemprego, repor salários e reformas e por ai fora ...?
Só que depois começo a pensar e surgem as dúvidas. Como é que isto será feito? Ninguém sabe (diria que nem o próprio). Pior ainda (há sempre pior) é olhar em volta e não ver ninguém com respostas, independentemente da cor da camisola que veste.
A minha pergunta pois é "Brincamos ou colamos caratazes?".
Os cartazes são, de facto, ridículos. Seja pela imagem gráfica dos primeiros ("É tempo de confiança"), a roçar as mensagens da IURD, seja pelo conteúdo dos que se lhe seguiram. A apimentar a história temos o facto de haver fotografados (pelo menos uma) que diz não ter autorizado a utilização da imagem.
Está tudo mal nesta história, desde os prestadores de serviços escolhidos (do famoso Edson à tal empresa do Porto que terá utilizado números errados) até ao cliente (responsável último pela difusão dos cartazes).
Mas há pior do que ver o PS a utilizar cartazes estilo PCP.
Mau mesmo, e muito preocupante, é ver a ausência de ideia concretas (leia-se propostas para inverter o cenário, mal ou bem, retratado nos cartazes.
Ouvindo o António Costa falar, não hesitava em votar nele. Quem é que não votava em alguém que irá diminuir o desemprego, repor salários e reformas e por ai fora ...?
Só que depois começo a pensar e surgem as dúvidas. Como é que isto será feito? Ninguém sabe (diria que nem o próprio). Pior ainda (há sempre pior) é olhar em volta e não ver ninguém com respostas, independentemente da cor da camisola que veste.
A minha pergunta pois é "Brincamos ou colamos caratazes?".
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