E ao 2.º dia de escola, 2.º drama.
A cachopa encolhe-se toda ao entrar na escola e parece um gato a roçar-se nas minhas pernas. À medida que me mexo, acompanha-me e tenta colocar-se entre mim e a porta de saída.
A despedida é dramática, com muitas lágrimas (dela) e nós na garganta (meus).
O resto da (minha) manhã é passado com uma neura descomunal.
A dela, presumo que seja normalíssima depois de ter ficado com a certeza que me arrasou.
E para a semana, a dose será dupla.
Socorro. Elas torturam-me.
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
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