Abri a lancheira da Leonor e lá estava um bilhetinho de amor.
Num pedacinho de papel, via-se um menino e uma menina, ligados por um coração. E um nome, em letra manuscrita.
Corri logo a perguntar se o J. era o mesmo da estória de ontem. A cachopa diz que não. Que este só gosta dela "como Amiga" (ao tempo que não ouvia esta expressão).
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Desta vez sim, estou livre do IPO
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
-
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
-
Cá está minha herdeira mais nova. A Benedita fintou-nos a todos, em especial ao papá, e decidiu nascer no dia 18, às 15h46m. Horas depois de...
-
Li há dias que o Alzheimer é uma doença da família. Nada mais verdadeiro. Não será só o Alzheimer, é certo, pois numa família a sério toda...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada por dar vida a este blog.