quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Estou farta que me chamem parva (ou e a parva sou eu?)

Votei PAF e, apesar da vitória, não sinto que tenha ganho.

Aliás, acho que todos perdemos com esta vitória, curta demais para a estabilidade que todos precisamos e merecemos.

Contrariamente ao que dizem muitos daqueles que se sentem derrotados (alguns se calhar nem forma votar, mas enfim ...) não votei PAF por ser burra e muito menos por ser masoquista.

 Ainda que não me considere ultra inteligente acho que tenho a inteligência  suficiente para pensar pela minha cabecinha (coisa que não vejo abundar, infelizmente).

Não gosto de medidas de austeridade. Sempre detestei fazer contas e a austeridade obriga-me a isso lá em casa.

Votei PAF por convicção e porque (ADMIREM-SE) nenhuma das alternativas me convenceu ser capaz de fazer melhor ou (pelo menos) não estragar o que foi feito até agora.

Poderia escrever muita coisa mas acho que não vale a pena estar aqui a discutir o sexo dos anjos.

Não posso, porém, deixar de lamentar os verdadeiros insultos que tenho ouvido e lido em muito lado vindos (alguns deles) de amigos meus (reais ou meramente virtuais), que só mostram não saber respeitar as opções/convicções alheias.

E podia ser diferente. Podiam existir entendimentos.

Ah, pois é mas os "mais iluminados" não se entendem (ou pelo menos não o quiseram fazer antes de saber os resultados) e fizeram questão de espartilhar ao máximo a esquerda (ou lá o que é).

Tudo isto para dizer que estou farta de ser insultada e gostaria imenso de contar, senão com a compreensão, pelo menos com o respeito de que quem discorda da minha opção de voto.


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