Na última catequese, fomos convidados a partilhar com o vizinho do lado "o que sonhamos para os nossos filhos?".
Admito que fiquei sem saber o que dizer porque, na verdade, acho que nunca parei para pensar nisso. Quando estava grávida brincava e dizia que gostava que as cachopas jogassem futebol nas escolinhas do Beira-Mar (entretanto foram para ao basket do Esgueira - peço desculpa engenheiro), mas não muito mais do que isso.
O meu único sonho é o mais basilar de tudo. Só quero que sejam felizes e, por isso, concentro-me no presente e no objectivo de lhes dar todo o Amor e princípios de que necessitarão vida fora.
Naquele instante, questionei se seria suposto ter outros sonhos para elas. Felizmente, o pai com quem falava disse exactamente o mesmo. Talvez esteja no caminho certo.
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