terça-feira, 6 de dezembro de 2016

A parte boa de ter uma péssima memória

Com o aproximar do final do ano, não consigo evitar as retrospectivas. O que aconteceu, o que não aconteceu por nenhum nenhum motivo em particular e em eapecial o que não aconteceu por inércia minha. E é neste ponto que a porca torce o rabo. Há, na minha lista de "coisas a fazer no ano que se avizinha", demasiados pendentes. E, muito pior que isso, pendentes com tantos anos que já era suposto terem caído de maduros.
Há pouco, estava eu no meio das minhas cogitações e quase a autoflagelar-me com urtigas, quando me dei conta de uma questão que muda quase tudo.
A minha péssima memória, que tanto me desgosta, acaba por me defender de algumas frustrações ao fazer-me esquecer de quase todas as resoluções cde ano novo efectadas nos anos transactos. E isso é bom sinal já que, à  partida, quererá significar que não eram assim tão importantes. Ou isso ou sou mesmo tonta, hipótese com grande probabilidade de estar certa.
De modos que, na dúvida, manter-me-ei firme no propósito de cumprir as minhas intemporais resoluções de ano novo até porque em 2017 chegam os 40 e, parafraseando o povo, aos 40 ou vai ou rebenta.
E agora acho que vou dormir que hoje só me saem baboseiras.

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