quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

É na crise que se aflora o melhor de cada um, terá dito Einstein



Deparei-me com este excerto de texto que me tinha chamado  a atenção há tempos e chego à conclusão que ao partilhar o meu testemunho de vida acabo por dizer, ainda que por palavras diferentes, o mesmo que o Einstein disse em tempos.

Não sei se isso diz algo sobre o meu QI, mas gosto de acreditar que sim.

Fora de brincadeiras, vale a pena ler, pensar nisto e tentar transpor para a  realidade de cada um de nós.



“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera-se a si mesmo sem ficar “superado”. Quem atribui à crise os seus fracassos e penúrias, violenta o seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios. Sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para a superar.” (Albert Einstein, cit. Frasquilho e Guerreiro, 2012: 24).


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