O meu pai sempre disse que se algo é segredo não o devemos contar a ninguém. O ensinamento baseava-se na constatação empírica de cada um dos nossos bons amigos tem pelo menos um outro bom amigo. Isto para não falar dos mal intencionados. Assim, contar um segredo é como lume em palha seca. Vem esta divagação a propósito de uma conversa que ouvi hoje em pleno shopping (esqueci-me de referir os segredos contados a plenos pulmões em praça pública) na qual um jovem imberbe trocava impressões, via telemóvel, sobre quem de um grupo, que julgava pequeno, teria contado um segredo.
Conclusão, se se conta deixa de ser segredo.
NOTA: Os meus amigos que descansem, que este post tem um quê de caricatura. Se confiam, podem contar-me tudo. Serei um tumulo. Escusam é de me pedir segredo porque vou entender a advertência como falta de confiança e, consequentemente, assumir que a coisa não será assim tão secreta.
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