O português Lenine Cunha foi eleito o melhor atleta do mundo com deficiência intelectual.
Este feito deve não só orgulhar-nos enquanto povo como também fazer-nos tomar consciência de algo essencial. A deficiência não se deve confundir com o deficiente e vice versa, assim como o cancro não se deve confundir com o paciente oncológico por exemplo. É verdade que, dito de uma forma pretensamente mais erudita, nós somos nós e as nossas circunstâncias mas não é menos verdade que as nossas circunstâncias não têm de ser as ditadoras do nosso percurso de vida. Antes de tudo, somo nós e a nossa capacidade de resiliência. Depois há os outros e a sua (in)capacidade de compreensão. As circunstâncias são mero contexto que nos tornam mais ou menores heróis consoante o grau de adversidade que nos colocam.
Parabéns Lenine Cunha. Grande herói.
domingo, 23 de abril de 2017
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