Passaram 3 anos desde aquele dia que lembro como o de ontem.
O telefonem; a corrida desenfreada para estar presente no momento da despedida, retribuindo o acolhimento que me deste na chegada a este mundo; o alívio de perceber teres deixado de sofrer, misturado com a tola esperança de que tudo fosse um engano; a certeza de ter feito tudo que estava ao meu alcance, apesar das muitas dúvidas, e de que o tinhas percebido.
Naquele dia, como sempre, o orgulho de te ter como avô eternamente vivo enquanto eu viver e, novamente, à espera para me acolher noutra vida que teremos para partilhar.
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Desta vez sim, estou livre do IPO
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
-
Prometeram-me filhós, que na minha terra são bilharacos, aos quais outros chamam sonhos. Uma confusão total, esta dos doces de natal, que m...
-
Fiquei hoje a saber que a petição contra o abate do cão Zico (aquele que há dias atacou um bebé de 18 meses que acabou por falecer) tem já 1...
-
Como não sou grande conhecedora de peixes, quis certificar-me que iria comprar perca no mercado. Perguntei à peixeira que peixe era aquele...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada por dar vida a este blog.