Vândalos Vade retro

Ontem, na freguesia onde moro,  passei por um cartaz de um candidato à autarquia e reparei que estava cheio de dizeres manuscritos. Fiquei curiosa mas achei que até Outubro teria tempo de sobra para ler o que tinham escrito.
Lamentavelmente assim não foi pois esta manha dei conta que o dito cartaz tinha sido rasgado durante a noite, num puro acto de vandalismo.
Sei que uma andorinha não faz a Primavera e o acto nada diz sobre a freguesia e as suas gentes. Desde logo não se sabe, sequer, se o autor da gracinha mora cá ou veio só ver a bola. Depois porque uma besta só não representa ninguém. Da mesma forma se aplica às politiquices que, no caso e à partida, estarão na base de gesto tão feio.
Tenho pena de ver situações destas, num país que considero democrata e tolerante.

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