Numa das nossas conversas de fim de dia, disse à Leonor que daqui a pouco tempo ela já não quereria a mãe nas festas, com ela.
A cachopa levou o comentário como um ultraje e, com cara de quem ficou magoada, assegurou que era mentira e me iria querer sempre junto dela. Como exemplo deu o facto de eu ser adulta e ter a minha mãe nas festas.
Achei uma ternura, a reacção e adoraria que assim fosse sempre. O mais certo é existir um hiato de duas décadas entre deixar de me querer com ela e voltar a deseja-lo. Terei que me conformar. Seja como for, gostei de ser enfanada.
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Desta vez sim, estou livre do IPO
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
-
Prometeram-me filhós, que na minha terra são bilharacos, aos quais outros chamam sonhos. Uma confusão total, esta dos doces de natal, que m...
-
Fiquei hoje a saber que a petição contra o abate do cão Zico (aquele que há dias atacou um bebé de 18 meses que acabou por falecer) tem já 1...
-
Como não sou grande conhecedora de peixes, quis certificar-me que iria comprar perca no mercado. Perguntei à peixeira que peixe era aquele...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada por dar vida a este blog.