Engana-me que eu gosto

Numa das nossas conversas de fim de dia, disse à Leonor que daqui a pouco tempo ela já não quereria a mãe nas festas, com ela.
A cachopa levou o comentário como um ultraje e, com cara de quem ficou magoada, assegurou que era mentira e me iria querer sempre junto dela. Como exemplo deu o facto de eu ser adulta e ter a minha mãe nas festas.
Achei uma ternura, a reacção e adoraria que assim fosse sempre. O mais certo é existir um hiato de duas décadas entre deixar de me querer com ela e voltar a deseja-lo. Terei que me conformar. Seja como for, gostei de ser enfanada.

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