Alfie - e se fosse connosco?

Creio que ninguém esperaria que o tratamento que o hospital italiano se propunha fazer ao bebé Alfie o fosse transformar num menino perfeito. Mas podia, eventualmente, mantê -lo vivo. O Alfie tinha esse direito. Tal como a senhora que, com 50 anos, teve um avc ao qual sobreviveu com graves sequelas e que a família não se cansa de amar. Assim como cada um de nós. Quem é  o Estado para se substituir a pais e médicos e decidir que o superior interesse do Alfie era morrer? Não compreendo e, muito menos, consigo aceitar esta completa falta de respeito pela vida humana.

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