Domingo vou arrastar-me até às urnas. Tenho esse dever cívico e, como tal, farei o sacrifício.
A leitura dos programas eleitorais deprime-me tal a pobreza.
A performance dos candidatos durante a campanha seria anedótica, não fosse a coisa tão séria.
Resumindo, sinto-me tentada a votar num dos vários partidos sem programa eleitoral. Melhor assumir que se está só a brincar aos políticos do que fazer o Zé Povinho de parvo.
A questão é que essa coisa do voto útil me parece lírica de mais.
Prefiro votar com a convicção possível quando se sabe estar a escolher o menos mau.
Seja como for, importante é votar e fazê-lo em consciência.
Boa escolha a todos.
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