Há tempos falava com alguém sobre o tempo/falta dele para estar com as patroas e, como quase sempre, da discussão surgiu a luz.
A minha interlocutora chamou-me a atenção para o facto de mais importante do que a quantidade do tempo ser a qualidade dele.
De facto, o que interessa é o que fazemos com o tempo. Em casa (por exemplo) será um dos sítios onde menos se convive. Entre a lida da casa, a televisão e os telemóveis, nem sempre se dialoga.
Gostei desta perspectiva.
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