A dois dias (úteis) de entrar em férias, posso dizer que já estou enjoadinha da palavra férias.
Há algo contraditório no conceito que, supostamente, devia ser sinónimo de tranquilidade.
A malta anda o ano todo ansiosa pelo momento e, quando ele se aproxima, a histeria começa a instalar-se. É o stress de ter de deixar uma série de coisas orientadas (multiplicado quando tal depende do trabalho de colegas que, por suas vez, também têm de o fazer para outros), o aumento do trabalho pela necessidade de substituir colegas já em férias e, cereja em topo do bolo, o berbicacho que teima em surgir em vésperas daqueles dias que, sonhamos, relaxantes.
Depois é o regresso à pilha de papéis que se foi acumulando na secretária e o aumento de trabalho ... pela necessidade de substituir colegas que estão de férias.
Cansativo só de pensar.
Felizmente a Troika percebeu o quanto esta situação pode perturbar, não só a economia mas também a estabilidade emocional, e resolveu dar uma ajudinha, sensibilizando os responsáveis políticos para a necessidade de a minimizar. Para o ano o stress, e o número de dias de férias, serão menor.
Ainda assim, tenho saudades do tempo em que ficava enjoadinha ao fim do 2.º mês de férias ( e ainda tinha de suportar o suplício de mais um mesinho longe da escola e dos meus amigos).
Vá-se lá compreender a mente humana.
sábado, 11 de agosto de 2012
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