Sempre fui uma rapariga poupadinha, característica que tenho vindo a apurar.
Poupar, por pouco que seja, permite-me não só procurar acautelar um bocado o futuro (que tanto me preocupa), mas também ir ajudando algumas pessoas que me rodeiam. Só vantagens, portanto.
Daí que as expressões " poupança" e "low cost" me chamem particular atenção.
Este fim de semana fiquei danada com uma revista semanal que até considero credível e que tem uma parangona que era qualquer coisa como isto "100 pessoas dão dicas de poupança".
Interessada, peguei na revista e fui ler o artigo. Os senhores entrevistaram, de facto, 100 pessoas, mas o artigo está longe de conter 100 dicas de poupança.
Alguns dos testemunhos são de pessoas que dizem não conseguir poupar, porque os rendimentos são insuficientes para todas as despesas mais básicas.
Nada de novo, infelizmente, nem os casos de pobreza nem os exemplos de títulos de imprensa enganosos e com claro intuito comercial.
Por acaso trata-se de uma revista que o meu pai compra frequentemente, mas imagino que muitas pessoas a devem ter comprado, esta semana, ao engano.
Lamentável.
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Parece-me que está na hora de escrever um email de reclamação à tal revista. Usa o teu poder de consumidora! Funciona melhor do que pensamos. Beijinho
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