Ninguém me conhece melhor do que as minhas filhas. Por fora e por dentro (onde, aliás, viveram 9 meses), as raparigas sabem-me de cor (como diria o outro).
Ora isto tem tanto de bonito como de perigoso.
As desgraçadas já me apanharam todos os pontos fracos e nota-se que se divertem, de forma forma particular, a explorá-los.
Uma das coisas que dá mais gozo à Leonor é recorrer às interrogações retóricas, leia-se perguntas para me dar tanga, pois já tomou a sua decisão antecipadamente.
"Mãe, posso levar isto para o infantário"; mãe, posso comer este chocolate?"
Apesar de toda a gente saber que lhe é indiferente a minha palavra, caio sempre na esparrela e durante 1 ou 2 segundos (nunca mais) fico toda vaidosa, a pensar que, pela 1.ª vez na vida me irá obedecer.
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