terça-feira, 20 de novembro de 2012

Chegou o Dia Nacional do Pijama

Não sei quem andava mais ansiosa com o Dia Nacional do Pijama se a Leonor (à Tita ainda lhe passa um pouco ao lado) ou eu.

Achei giríssima a ideia de assinalar a Convenção Internacional dos Direitos da Criança, e o seu direito a crescer em família, de uma forma tão fofinha.

A Tita aderiu à iniciativa de forma tão espontânea que ficou de pijama, em casa dos avós, a curar uma otite.

Já a Leonor não podia deixar de fazer das suas.

À saída de casa, ficou parada no meio do passeio a chorar.

Ainda eu não tinha chegado ao pé dela, para ver o que se passava, já lá estava uma vizinha toda preocupada.

De facto, ver uma criança no meio da ruaa chorar, vestida de pijama, com pantufas e almofada assusta qualquer um. Ainda por cima se essa criança tem uma grande marca vermelha na cara que parece sinal de varicela.

Lá descansei a vizinha, explicando a razão de ser da farpela e culpando o raio dos mosquitos que insistem em tentar devorar-me a filha.

Em seguida tratei de saber a razão do choro da Leonor, que já desconfiava fosse de pouca gravidade.

Pois a menina valente, que passa o dia a ameaçar os pais de morte, não saía do sítio com medo de uma pena de galinha que estava no chão.

Isto só a mim. A sério.

Entre vivos e mortos, salvaram-se todos e a Leonor lá foi para o infantário, toda contente por levar 2 pequenas casinhas (a sua e a da mana) com uma ajuda simbólica para os meninos que não têm a sua sorte.

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