Uma pessoa vem para aqui desabafar (como fiz no post anterior), a pensar que tem amigas, e só ouve piadinhas foleiras sobre chaves e outros esquecimentos.
Podem ficar descansadas, amigas elitianas, que nunca mais me esqueci das chaves.
Aliás, guardo-as tão ciosamente que andei a semana passada toda sem saber onde.
Depois de, entre outras coisas, ter levado para Lisboa o molhe de chaves do marido (deixando-o, juntamente com as crias, a secar em casa dos meus pais), vim a descobrir que as fofinhas estiveram desde sempre juntinhas a mim.
Guardei-as quase com a própria vida, na carteira. O sítio mais óbvio, e por isso menos evidente.
Já o telemóvel, descobri-o (também na semana passada) no bolso de um casaco. Mas esse só esteve perdido dia e meio.
Pior, pior foi a pêpê da Tita que esteve uns dias largos no bolso de um pijama. Isso, sim, é grave que uma criança sem a sua pêpê torna-se, potencialmente, violenta.
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