Acho deliciosa esta novela criada à volta da contratação do Sócrates pela RTP.
Mais mais deliciosa que a própria novela é a 1.ª notícia que ouvi sobre ela e que dizia qualquer coisa como "Sócrates não vai receber qualquer contrapartida financeira directa".
Chamem-lhe defeito de profissão, mas aquela frase levou-me ao longínquo ano de 1995 no qual a então caloira, Susana Neves, aprendia as bases mais elementares da interpretação jurídica.
Se não há contrapartida financeira directa deve entender-se "a contrario sensu" existir contrapartida financeira indirecta. Óbvio.
Contrapartidas à parte, tenho imensa curiosidade em ouvir o comentador Sócrates falar do 1.º ministro Sócrates. Assistiremos a sessões de Mea Culpa, Mea Culpa ou haverá um período da história recente de Portugal que ficará por analisar?
Qual será a isenção de alguém que está envolvido na própria história? Terá coragem para assumir os seus erros, ao mesmo tempo de aponta o dos seus antecessores e sucessores?
A ver vamos. Pelo menos o primeiro programa conto ver. Afinal também vou pagá-lo.
sexta-feira, 22 de março de 2013
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