As minhas crias brigam como gente grande.
Primeiro é a fase do ataque psicológico. "Tita, olha o que eu tenho"; "A mãe é minha"; Eu vou e tu não" ...., frases que terminam todas com o clássico, e irritante, "na,na, na,na ,na".
Depois vem a parte do ataque físico, que mete dedos espetados nos olhos e rolos de cabelo arrancados.
Curiosamente, na parte física, que costuma vencer é a pequena. Apesar de a Leonor ser conhecida por "gostar de molhar a sopa", dentro de casa leva grandes sovas da irmã e arrisca-se mesmo a ficar com a cabeça pelada.
As brigas acontecem porque sim, as meninas não necessitam de motivo, e só intervenho quando o confronto físico está bastante aceso.
Quando vejo as minhas filhas assim, lembro-me de mim e das minhas irmãs. Acho que nunca chegámos à parte da pancada, mas ainda hoje não perdemos oportunidade de um bom "bate boca".
Sinceramente, não percebo como é que os meus pais continuam a aturar-nos e nunca nos mandaram discutir para a rua.
É que estas discussões entre irmãs (e falo das minhas filhas) são de dar cabo dos nervos.
Mas como algo me diz que, tão cedo, não acabarão, mais vale resignar-me e ir tomando um cházinho de camomila.
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essas brigas das meninas são tão naturais como ter sede num dia de calor!
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