Elas ficam malucas quando me vêem.
Refiro-me, obviamente, às minhas ricas filhas.
Esta constatação pode parecer pretensiosa, mas não partiu de mim. Quem o diz a avó a Lili segundo a qual as meninas se portam bem (seja lá isso o que for) até ao momento em que chego a casa, altura em que ficam destravadas.
Ontem então foi demais. Quando me viram na rua desataram aos urros e a disputar o meu colo.
Quando a Tita viu a irmã melhor posicionada para o conseguir, já que foi a primeira a agarrar as minhas pernas, ficou cega e desatou a tentar morder-nos. Por sorte, só ferrou a camisola da Leonor.
As miúdas ficam loucas e, já se percebeu, encaram-ne como um objecto. Já o sentia, mas percebi-o ainda melhor quando a Leonor me explicou porque é que quer que seja sempre eu a conduzir o carro.
Porque se for o pai, a Tita vai dizer-lhe "a mãe vai à minha frente, na,na,na,na,na ...na". É que a cadeira da Leonor fica atrás do banco do condutor.
Sou, portanto, um troféu de caça aos olhos das minhas filhas.
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