Era inevitável. penso eu. Na sua tentativa de imitar os mais crescidos, chegou o momento de as meninas quererem tomar o seu cafézinho.
Depois de muito pedirem, o papá lembrou-se de lhes fazer uma cevada que beberam regaladas.
O engraçado é que lhe tomaram o gosto e agora não há vez que nos vejam tomar café e não peçam um também.
Em casa, vamos contornando a coisa. Nos cafés é ver-nos a troar olhares com os empregados e a falar através de mímica para que as ladies não percebam a marosca. Claro que nao há-de demorar muito até porque já estranharam a diferença de cor.
Até esse dia chegar, a conta do café fica duplicada e nunca estaremos descansados ao bebê-lo em público, com receio que alguém pense que estamos a dar cafeína às crianças e chame a CPCJ.
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