Brancos, pretos, amarelos e assim assim

Na sala da Leonor há meninos de ascendência angolana, ucraniana e brasileira e a educadora Bela comunicou aos pais que, no próximo ano lectivo, vai trabalhar a questão da multiculturalidade.

Quem vê os meninos a brincar, diria ser escusado tratar o tema. Na verdade, as crianças não vêem diferenças entre si. Ali são todos iguais.

A necessidade (e dificuldade) de abordar o tema nasce de nós, os adultos, que não perdemos uma oportunidade para apontar diferenças e, ainda que muitas vezes inconscientemente, não as deixamos passar despercebidas.

Comentários

  1. Quando vou buscar as meninas, tenho observado isso mesmo: brincam todos, sem olhar à cor de pele de cada um, e dá gosto ver , já que, infelizmente, conheço adultos carregadas de racismo e de xenofobia!

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