sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Escolha das actividades extra-curriculares

Ontem foi a famosa consulta de pediatria da Maria Pinto II.

Paguei 60€, mas vim de lá regalada e inchada que nem um perú com os elogios que ouvi sobre o desenvolvimento das minhas crias.

Na fase das questões, coloquei a dúvida sobre quais seriam as melhores actividades extra-curriculares para as cachopas.

Na opinião da pediatra, a piscina é suficiente para a Tita. Relativamente ao inglês, em particular, acha que até aos 3 anos não faz falta nenhuma.

No caso da Leonor diz que o melhor é perguntarmos-lhe o que quer fazer e que todas as actividades que desenvolvam a parte cognitiva serão boas, desde que lhe dêem prazer.

Posto isto, terá de haver reunião dos pais "Neves Pinto" para analisar mais aprofundadamente a questão.
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Quando a Leonor nasceu, combinámos que, na dúvida, seguiríamos a opinião da pediatra que a acompanhasse já que o facto de a termos escolhido significava que confiávamos nela. O mesmo se aplica, obviamente, à Tita.

E, na verdade, confiamos muito nesta pediatra.

Ora, relativamente ao modo de educar criancinhas, o que há mais são dúvidas e teorias. Não haverá, certamente, a resposta certa.

 Gostei bastante da sugestão de perguntar a opinião da Leonor, embora tenha algum medo da resposta já que a rapariga é imprevisível. Em todo o caso, imagino que o ballet seja, pelos motivos já onhecidos, uma forte probabilidade.

Não percam as cenas dos próximos capítulos

2 comentários:

  1. Inglês sempre foi uma atividade inegociável, mas só começou quando estavam alfabetizados em português. Balé teve sua fase, mas foi trocado pela natação, mais necessária até por uma questão de sobrevivência. E depois por futebol, esgrima, etc

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  2. Pois, o inglês é fundamental e a natação também. O resto logo se verá. o importante é que não estejam contrariadas nas acividades

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