Depois de umas noites a dormir iludida, percebi que o desfralde nocturno das meninas será uma coisa gradual.
Uma vez ou outra vez lá dou com uma delas (ou as duas), enregelada, a dormir numa poça de xixi.
A Tita tem-se aguentado muito bem, já Leonor faz quase sempre uma ou duas pinguinhas no calção.
É um tal de lavar roupa que ninguém merece, mas dizem que faz parte.
Por estes dias, o quarto tresandava a xixi e eu passava o tempo a cheirar tudo o que me aparecia à frente, para tentar detectar a origem daquele cheiro horrendo.
A certa altura convenci-me que só podia ser do colchão, apesar de não me cheirar mal. Quando estava a pontos de o mandar pela janela, olhei para debaixo do estrado e vi uma enorme mancha seca.
Estava descoberto o foco do mau cheiro. O que não percebo, e aí necessitava daqueles meninos do CSI, é como é que a porcaria da xixi escorreu para debaixo do estrado, já que era suposto ser absorvido pelo colchão.
Ele há fenómenos... O papá tem a teoria de que a culpa foi do resguardo impermeável que ao cumprir a sua função de impedir que o colchão ficasse empestado, permitiu que o líquido esorresse.
Faz sentido e é, aliás, a única hipótese plausível que encontramos, mas não deixa de ser irónico.
O que interessa é que descobrimos a origem do problema e conseguimos eliminá-lo antes de morrermos intoxicados.
sábado, 7 de setembro de 2013
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