Quando se zangam uma com a outra, é certo e saído que uma das duas, senão as duas, vai sofrer danos físicos.
Em regra, a agressora é a Benedita.
Esta manhã não foi excepção. Quando ouvi os gritos, aflitivos, da Leonor, ainda corri mas só cheguei a tempo de ver a pequena pendurada pelos dentes na barriga da irmã. A coisa foi ao ponto de fazer sangue.
De castigo desliguei o DVD que, para não variar, era o motivo da briga e mandei-as brincar para outro lado.
Como é fácil de imaginar, só conseguir alterar o local do conflito pois assim que chegaram ao quarto comecei a ouvir mais gritos.
No meio daquela algazarra toda, fiquei cega. Só queria entregá-las no infantário e pôr-me a milhas.
Resultado, a Leonor que foi para o infantário de havaianas, calções e manga curta depois de se ter recusado a calçar outra coisa e eu me ter esquecido de lhe enfiar um casaco.
Como a manhã estava fresquinha, pode ser que tenha arejado aquela cabeça.
Temo que, com a escalada de violência a que venho vindo a assistir, um dia se matem uma à outra.
Segundo o meu avô, que citou um qualquer filósofo, isso é possível em crianças desta idade.
Pobre de mim
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eu vi a marca dos dentitos da Tita na barriga da mana!
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