sábado, 14 de dezembro de 2013

Felicidade efémera

Esta semana fiz uma montanha de asneiras com comida.

Desde morcela (que não consigo evitar, mesmo sabendo que, seguidamente, fico em estado pré comatoso) a quilos de amêndoas e alperces (comidos, de forma distraída, enquanto trabalhava), foi sempre a abrir.

Ao contar à  minha mãe, ouvi um ralhete daqueles, ao qual respondi "pelo menos fui feliz enquanto comi".

A minha mãe ficou indignada com a resposta e perguntou "e é com comida que tu és feliz?".

Pois bem. Há muitas coisas que me fazem feliz e uma delas é, efectivamente, a comida.

Só como porcarias. Sou o pior exemplo do mundo. Não me orgulho, mas nada faço para inverter o cenário.

Só é pena que a felicidade que a comida me dá seja efémera e, em véspera de um almoço e um lanche de aniversário, esteja toda desarranjada, enjoada e com a tensão em mínimos históricos.

Já dizia o grande António Variações "quando a cabeça não tem juízo, o corpo é que paga".

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