Depois de uma semana com febre e intermitente, ranho e tosse, levámos a Leonor à pediatra.
Aparentamente andará uma bactéria (cujo nome não fixei) a passear pelo seu corpo. Nada que um antibiótico (chato de tomar, segundo a médica) não cure.
Aproveitámos para ouvir a opinião da pediatra sobre a necessidade de a Leonor ser operada às adenoides (como sabem tínhamos dois pareceres divergentes).
O desempate foi no sentido negativo. O tamanho das adenoides da Leonor (sem outros sintomas associados, que não o ressonar) não justificará uma cirurgia.
Será de ir vigiando, especialmente durante os proximos dois anos, pois com o tempo as ditas adenoides começarão, nauralmente, a mirrar.
Fiquei super contente com o que ouvi, como é bom de imaginar.
Entretanto perguntei à pediatra qual será a razão pela qual a Tita começou a falar à bébé.
Bem sei que a minha mais nova ainda é pequenina (apesar de ela ficar zangada quando o digo), mas a verdade é que de há uns tempos para cá regrediu muito na fala (sendo notório que o faz propositadamente).
Segundo a pediatra o fenómeno não deverá passar da tentativa de imitação de algum bébé ou criança com dificuldades na fala, que para ela tem mais atenção dos adultos por esse facto.
Nas nossas relações de amizade não estou a ver quem possa ser. Eventualmente, algum amiguinho do infantário. Vou ter de investigar.
Tirando isto, continuam umas travessas, sempre prontas a fazer asneiras. O normal, portanto.
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