Por muito que se teorize sobre o assunto, continuo a achar que a "sensibilidade e o bom senso" são o ponto fulcral na educação das crianças.
Cada criança é única e cada caso é um caso. Não acredito cá em maneiras certas de "tirar fraldas e chupetas". Como dizem os advogados "tudo depende".
Apesar disso, não deixo de dar uma olhada àquilo que se vai escrevendo sobre a matéria e gostei particularmente deste artigo sobre a influência dos elogios no comportamento das crianças.
Por vários motivos sou acérrima defensora dos elogios. Parece-me essencial para a auto-estima das minhas crias, futuras adultas.
E não me canso de os fazer. Incentivo-as a desenrascar-se, que para atadinha já basta a mãe, e a perder o medo de não conseguir.
Espero só não estar a cair no erro do exagero de que fala o artigo pois (e não podia estar mais de acordo) se há coisa que as crianças não são é burras.
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