Cada vez mais tenho a certeza que o altruísmo é tanto maior quanto menores são as posses das pessoas.
Esta semana soube de uma história que me tocou.
Alguém, bem perto de mim, que tem o marido em estado terminal e recebe o Rendimento Social de Inserção teve a coragem de receber uma criança de 9 anos retirada à família.
Esta pessoa, com um coração do tamanho do mundo, vai receber cerca de 100€/mês, que vão acrescer aos poucos rendimentos que tem, para fazer face às despesas que terá com esta criança.
Enquanto me contava a história só dizia "quem faz um prato de sopa faz dois e eu não queria nada. só queria que ele pudesse estar com a família"..
Esta história, de miséria e sofrimento, fez-me pensar quantos de nós seriam capazes de se abstrair das dificuldades já sentidas para evitar que uma criança fosse institucionalizada (como teve de ser o irmão deste menino, com 11 anos).
Poucos, certamente.
Dá que pensar, não dá?
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Tem um coraçao fo tamanho do mundo, essa pessoa, que conheço, e a quem a vida nunca sorriu!
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