Ontem lá fui fazer as minhas análises de rotina ao IPO que, desta vez, foram algo atribuladas.
Primeiro tive enfrentar dois administrativos que mereciam, no mínimo, um puxão de orelhas (juro que o faço na próxima vez que atirarem a caneta para cima da secretária, chateados porque a situação que estavam a tratar era diferente daquilo que que têm mecanizado na cabeça).
Depois de chegar a minha vez (ou seja, 80 pessoas depois) e já com os nervos a dar de si, sentei-me na cadeira.
Quando a enfermeira me disse "parece que as suas veias querem vir passear comigo", percebi que a coisa não iria ser simples. Lá esfurancou a pobre da veia até me subirem os calores e perceber que tinha de desistir.
Enquanto isso, e ao mesmo tempo que a enfermeira inspeccionava o braço para escolher outra vítima, tive direito a ouvir a história da minha antecessora (contada pela própria e comentada pela enfermeira) que não encontrou nada melhor para me dizer do que "comigo, no ano passado, a agulha até partiu dentro da veia e foi com esta sr.ª enfermeira".
O suplício terminou depois da colheita feita na parte interior do pulso.
Um espectáculo, portanto.
Vim de lá derreada, como sempre que acontece quando a cabecinha funciona demais, e muito zangada comigo.
Era suposto ser uma prof nestas andanças e, pelos vistos, cada vez me custa mais a coisa.
Vá-se lá perceber a cabeça.
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Não conheço ninguém que aprecie ser submetido a uma colheita de sangue; não cria habituação, e falo por experiência própria.
ResponderEliminarEu já não deixo que me tirem sangue do sangradouro, 8parte no meio do braço oposto ao cotovelo), porque as veias têm calos. Querem tirar sangue, tirem das mãos.
ResponderEliminarbeijinhos e já sabes, vai correr tudo bem.