Há pouco a Leonor reparou na minha cicatriz do local onde tive o cateter e perguntou-me o que era aquilo.
Lá lhe disse que tinha tido ali uma coisinha onde me colocavam um medicamento especial numa altura em que estive doente.
Temi que me fizesse perguntas mais complicadas de responder mas limitou-se a perguntar o nome da coisinha.
Não lhe contei que foram os seus pontapés, ainda dentro do útero, que me fizeram enfrentar a doença de cabeça erguida. E que saber que a tinha à minha espera em casa após cada tratamento ajudou à eficácia do tal remédio especial.
Essa é uma longa história que um dia lhe contarei.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Desta vez sim, estou livre do IPO
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
-
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
-
Cá está minha herdeira mais nova. A Benedita fintou-nos a todos, em especial ao papá, e decidiu nascer no dia 18, às 15h46m. Horas depois de...
-
Li há dias que o Alzheimer é uma doença da família. Nada mais verdadeiro. Não será só o Alzheimer, é certo, pois numa família a sério toda...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada por dar vida a este blog.