Uma das novidades que a escola pública trouxe à vida da Leonor foi a lancheira (já agora deixem-me expressar o meu orgulho por ainda não me ter esquecido dela nenhum dia).
E eu nunca pensei que algo tão simples me viesse a mostrar tanto sobre a personalidade da minha filha.
A Leonor lida mal com contrariedades e fica muito zangada quando não consegue fazer as coisas à 1.ª e isso reflecte-se até na lancheira.
A cachopa traz para casa o pão (devidamente embalado em plástico) que lhe dão na escola porque "se o comesse ia ser a última a acabar o lanche".
E, contrariamente ao que eu estabeleci, resolveu começar a comer o iogurte de manhã e beber o pacote de leite à tarde. Podia pensar-se que era porque prefere assim, mas com a Leonor nada é tão linear como possa parecer.
A decisão de trocar o lanche teve só a ver com o facto de a auxiliar que a acompanha à tarde não lhe pedir para espalmar o pacote do leite o que a faz sentir mais segura.
Apesar de o motivo que originou a troa não me agradar, e de andar na luta de ensinar a Leonor a não desisitir facilmente, tenho de confessar que admiro o seu sentido prático.
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