Ontem, enquanto comprava umas fatiotas de Halloween para as cachopas, fui divagando nos meus pensamentos a questionar-me quantos anos são necessários para que se possa falar de uma tradição.
Isto porque sou uma jovem adulta do tempo em que não se assinalava o Halloween em Portugal.
Nem de propósito, acabei por me deparar com um comentário de alguém que (em tom muito crítico) lamentava o facto de a tradição estar a acabar "como tudo aquilo em que o Governo mexe".
Não percebi a comparação logo no imediato, admito, e precisei de continuar a ler o comentário.
Afinal o que estava em causa na crítica era a eliminação do feriado de 1 de Novembro.
Achei curiosa a perspectiva e até me admirei por nunca ter ouvido o argumento aquando da discussão relativa aos feriados.
Entretanto, e só para aliviar a carga emocional, recordo que este ano o dia 1 de Novembro calha a um sábado.
O Governo tentou, mas não conseguiu acabar com o Halloween. Ah,ah,ah. Ele há coisas.
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