Encontro-me a passar por uma fase de angústia maternal.
Ontem fui levar a Leonor ao xadrez e a pequena fez uma daquelas cenas de fazer chorar as pedras da calçada. Agarrou-se às minhas pernas, a chorar, e não me deixou sair dali.
Já tinha acontecido o mesmo quando a levei à aula de piano.
Sei que a Leonor adora as aulas de piano e xadrez, nunca a pressionámos para ir, nem para estudar. E, muito importante,nunca faz destas cenas quando é o pai ou o avô a levá-la às aulas.
De modo que fiquei como o tolo no meio da ponte, sem saber se a devia arrastar dali para fora e castigá-la ou deixá-la ficar (como ela queria, apesar do choro) e assistir à aula.
Suponho que existirão muitas mais situações pela vida fora em que, como mãe, não saberei qual a atitude mais correcta.
Incomoda-me, sobretudo, o facto de existirem momentos em que não percebo se as minhas filhas estão só a fazer birra, porque sim, ou se estão a atravessar algum tipo de insegurança.
E isto angustia-me, especialmente porque o denominador comum em todas estas situações sou eu, a mãe.
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