Há dias, na FNAC, fui surpreendida ao ver que a Anita foi rebaptizada e agora se chama Martine.
Na verdade, não se trata de uma mudança de nome pois Martine é o nome que o seu criador lhe deu à nascença.
Ao que parece, a editora rendeu-se à globalização e acha que a linda menina deve ser conhecida pelo mesmo nome em todo o mundo. Isto explica a dificuldade que sentia, ultimamente, em encontrar livros novos à venda.
Para mim o argumento não colhe. A Anita será sempre Anita. Chamem-me casmurra, que não me importo.
Tenho uma relação afectiva com esta menina. "Na minha altura", os livros eram caros e os que tenho foram-me oferecidos por uma Amiga da família, a "doutora da farmácia", como lhe chamava. Aguardava cada aniversário e Natal com expectativa, na esperança que me oferecesse mais um.
Agora estão nas estantes das meninas.
Felizmente existem muitos livros à venda nas feiras de velharias, para completar a colecção cá de casa.
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