Mais uma vez, tive esperança que um milagre acontecesse e este dia não chegasse.
O que é certo é que chegou e apesar de saber que estás bem melhor, depois de tanto sofrimento, não consigo evitar este nó na garganta.
Lembro-me da última vez que te vi e da forma como me ajudaste a ultrapassar o constrangimento de te ver ali, onde sabemos que só está quem já tem o destino marcado. Perguntaste-me pelas meninas.
Lembro-me do meu padrinho, da Rita, da Guida, da Teresa, da Cá, da Ana. Lembro-me de demasiadas pessoas.
O milagre aconteceu, só que era assim que o sonhava.
Continuas a viver, aí no céu. E já não sofres.
Só podia ser assim, Ângela, depois do exemplo que nos deixaste.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Desta vez sim, estou livre do IPO
Depois da onco-hematologista me ter dado alta do IPO, foi a vez da nefrologista o fazer (ainda que com indicação de ser seguida em consulta...
-
Prometeram-me filhós, que na minha terra são bilharacos, aos quais outros chamam sonhos. Uma confusão total, esta dos doces de natal, que m...
-
Fiquei hoje a saber que a petição contra o abate do cão Zico (aquele que há dias atacou um bebé de 18 meses que acabou por falecer) tem já 1...
-
Como não sou grande conhecedora de peixes, quis certificar-me que iria comprar perca no mercado. Perguntei à peixeira que peixe era aquele...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada por dar vida a este blog.