As minhas patroas estão numa escola pública que, não sendo das mais carentes, tem muitas limitações ao nível dos recursos físicos e humanos. Vai valendo o profissionalismo e abnegação destes últimos que quase consegue escondê-las.
Quanto à qualidade do ensino, nada a apontar (lá está o capital humano novamente).
Ora a que é que isto obriga? A uma muito maior participação dos pais que, formal ou informalmente, vão suprindo muitas das tais limitações.
E neste ponto é que a porca torce o rabo. O número dos que arregaçam as mangas é, incompreensivelmente, menor do que o daqueles que rezingam por tudo e por nada.
Também acho muito válida a ideia de que a escola pública deve ser tendencialmente gratutita e o Estado social existe para nos servir.
Mas a verdade é que todos conhecemos o contexto e é incompreensível o allheamento a que se assiste.
É uma constatação e também um lamento, porque não dizê-lo, porque se trata de um mero exemplo de um problema muito maior que grasse na sociedade.
Fui.
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